Ahhhh o pornô!

Bom… Já falei que sou amante fiel de pornografia <3.
De uma forma que não sei se é só minha mas, eu não sei nomes de atrizes muito menos de atores e vejo vários numa mesma punheta, (siririca e masturbação são palavras muito broxantes) pra juntar tudo na minha cabeça e ter a minha versão da história!

Acho válido uma vez que a industria pornográfica está bem longe do caminho de me satisfazer e satisfazer muitas mulheres por aí.
Achei esse video faz um tempão até! Não sei se é sobre uma piada mas eu adorei a parte de “Cadê o nosso Pornô?“.
O pornô que temos acesso é exclusivamente feito para o publico masculino e digo isso com toda a certeza pois, eu mulher, lésbica não tenho vez nas categorias.
Geralmente as categorias de lésbicas apresentam videos de duas mulheres extremamente femininas com cabelos gigantes e as unhas enormes se lambendo exclusivamente para a câmera, uma lambeção meio falsa e ela consegue piorar quando chega nosso querido consolo dos mais variados formatos!
Tudo bem! Pode ser que você seja lésbica e curta um consolo, acho valido!
Eu gosto de penetração embora consolos não sejam meus preferidos e vou confessar que amo ter algo na minha boca enquanto minha namorada me fode, mas, tem alguma coisa muito errada em 99% dos videos de lésbicas!
Se você procurar bem e se arriscar a pegar alguns vírus por aí da pra achar um video mais bem produzido talvez mais real. Achei um em toda a minha vida.
Mas pera aí! Ver bocetas pessoas nuas e aquela lambeção e gente fodendo assim, cruamente pulando todas as historinhas bregas da um puta tesão!

Eu namorava uma menina que curtia muito ver filmes de Gays, gays homens! Não curtia além de curiosidade mas cada um com seu tesão né! Até que assisti “Minhas mães e meu pai”, particularmente não gostei do filme não mas, o casal de lésbicas do filme que já tinham filhos e uma família sólida até os acontecimentos que desenrolam o restante do filme entra no assunto do pornô e explicam para seu filho o por quê elas assistem filme pornô de homens Gays, falam sobre as mulheres serem complexas e terem prazer em ver algo mais externo.
Bom… Cada um é um mundo mesmo!
Então pode ser até que alguma sapatão por aí curta as minas de unhas compridas a questão é que deveria haver algo mais diversificado para quem não gosta dessa visão masculina.

E como eu já peguei muito vírus para achar pornografia de forma mais rápida possível eu descobri o APP do PornHub!
Ele pode ser mais um site mas, como é muito difícil achar App’s de pornô, achei incrível o Porhub ter criado o aplicativo deles.
Não achei na busca mas quando você entra no site mesmo do PornHub tem lá a opção para baixar.
É bem mais fácil do que navegar numa pagina comum do Android.

Pensando nele comecei a pesquisar mais sobre o Pornhub. Li uma matéria sobre quais os browsers mais populares entre os visitantes do site de pornografia (Pornhub).
O que achei engraçado é que logo após o Chrome o Internet Explorer aparece na pesquisa com os usuários que passam o maior tempo na pagina e eu preciso comentar que eles passam mais tempo no Pornhub quando usando o IE por que ele é mais lento? hahahaha
A mateira completa aqui.

Encontrei também algumas matérias sobre o fato de usuários estarem publicando o jogo do Brasil na Copa do Mundo no site de pornô.
E achei extremamente bem humorado o apelo do próprio site de pedir para pararem!

hubs

Li algo sobre a campanha contra o câncer de mama que eles fizeram algumas vezes. Quanto mais pornô assistido mais doações feitas pelo site!

Conheço pessoas que não conseguem ver a menor graça em pornografia.
As vezes por não atender as expectativas ou por simplesmente não ter interesse afinal, você tem todo o direito de não se importar com algo que muita gente gosta.

já comuniquei a minha mulher que quando casarmos terei uma TV gigante para ver meus pornôs tranquilamente em HD!

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Aleatoriamente.

Eu estava aflita com um relacionamento frustrado e incompleto que eu arrastava desde o ultimo ano da escola.
Então tive a brilhante idéia de escolher alguem totalmente aleatório da minha lsita de contatos no Facebook para conversar sobre e olhar de outra perspectiva a minha situação.

Escolhi P.D. Sempre a encontrava na casa de uma amiga ou quando estava com ela em algum lugar há alguns anos atrás.Passamos anos sem nos falar.

Depois desse dia continuamos nos falando regularmente ou mais do que isso. E num momento nada parecido com algo que eu faria, impulsivamente a chamei pra sair quando encontrei uma brexa.

Saímos algumas vezes.
Tinhamos uma vibe muito boa, que eu nunca tive com ninguem.
Estava acostumada com o “Tava pensando em irmos para o Motel” ou “Tô sozinha em casa”. Nunca fui de fazer amizades facilmente então preservava minhas amizades coloridas e colecionava ex.
Conversávamos muito e começamos a trocar bandas favoritas.
Ela também havia terminado um relacionamento há pouco tempo e sentia que tinha sido traída e mais tarde por uma coincidência, minha atual namorada conhecia a menina com quem a namorada da P. D. a traiu.
A confirmação da traição da ex dela foi a ultima coisa que conversamos, achei que devia contar pra ela o que soube afinal, colecionei chifres e sempre era a ultima a saber, achei que devia contar mesmo que parecesse recalque.
Sentia que por mais linda, fofa e gentil que ela fosse comigo e por mais que eu enxergasse todo o potencial do mundo em nós ela estava ligada a outra coisa muito mais forte.
Aquela velha história do não correspondido parcialmente, suficiente para te instigar te prender e ir embora.

Ser viciada em sexo é um tanto contraditório para alguem tão timida como eu.
As vezes acho que sou bipolar.
Conseguia conter minha vontade de transar loucamente com ela, aparentemente. Chegava em casa e me torturava sexualmente e amorosamente.
Eu tava na lama e achei alguem legal, isso me prendeu positivamente e depois negativamente pois vi mais uma oportunidade de ter um relacionamento indo embora.
Ela ia em casa eu fui na casa dela, trocamos pen drives, ela vinha fumar comigo, morava pertinho de casa e descobrimos mais um amigo em comum.
Foi ele que me ajudou a segurar a barra.
A primeira vez que percebi que não acabaria bem foi num dia que ela me deu um cano. Iamos sair, me arrumei tanto que parecia um CupCake. Toda Lady. Achei que nao chamaria atenção de outra forma. Por mais que a gente tente, nunca somos nos mesmos no começo. Queremos agradar.
Me senti um lixo, toda arrumada e abandonada.

Ficamos algumas vezes
E eu sou esse ser bizarro que poucos compreendem.
Tão mente aberta, tão tranquila para conversar sobre qualquer coisa sempre aflorando tanto minha compulsividade que poderia ser super Caminhoneira, pedreira e tudo de mais masculino, despreocupado e esteriotipado.
As vezes tão Meiga, timida e travada.
Perdi a conta de quantas vezes ouvi que vendi o produto errado por parecer uma coisa ser o contrario.
Eu levava na boa, achava que eu estava a frente dos conservadores e moralistas de merda, que eu transcendia vida! haha
As vezes isso me injuriava e eu não conseguia processar. E esse relacionamento passageiro foi um dos casos que me jogou no chão.
Percebi de cara que era furada, que não iria pra frente, que era pra curtir mas eu curtia tanto que achava um modo de escapar de tudo aquilo que eu passei com a minha ex e esse confronto com a minha compulsividade sexual e sossegar num relacionamento.

Solta e tranquila durante uma conversa soltei uma frase como “blá blá bater uma…”.
E então ignorando completamente o assunto em si ela disse que eu era linda mas, vulgar e que não combinava comigo.
Aquilo me atingiu como uma faca.
Primeiro achei que era brincadeira mas, percebi que não!
Aquilo não saía da minha cabeça.
Fiquei tão magoada com ela e mais ainda comigo, pois achei que o que ela dizia de alguma forma tinha fundamento.
Esse não foi o unico comentário que ela fez.
Estava de repente agindo como uma idiota sem controle nenhum das minhas emoções em relação a ela e ao que não ia acontecer.
Brigamos algumas vezes.
E por fim decidi nunca mais falar com ela.
Cheguei a receber uma mensagem da mesma, bem humorada mas questionando o meu sumiço.
Nunca respondi.
O fato de não ter sido correspondido nunca me incomodou depois que tudo passou.
Logo depois eu conheci minha atual namorada e fiquei em paz com o fato de ter sido rejeitada. Acontece né? Ja estive no lugar dela, no outro lado da história.
E a frustração de não dar certo fez com que eu agisse de forma mais auto destrutiva possivel.

Mas, o que mais me feriu e que fiquei pensando foi o julgamento descabido que ela fez sobre a minha pessoa mesmo por que meu jeito de falar com um amigo ou até alguem com quem eu esteja ficando não me torna vulgar, sou independente e dessa forma sou realmente a frente dessas mentes quadradas.
Se ela tivesse me conhecido mais aí sim, talvez eu entendesse o fato de ela me achar vulgar mas ainda tomei o cuidado para não ficar confortavel demais e espantá la.

É meio complicado tudo isso.
Tento ter uma idéia muito clara de que as pessoas fazem o que querem com seus corpos, mentes e como se comportam e falam não importa aos demais. Acredito na liberdade de cada ser, de ser quem quiser.

Se eu fosse uma pessoa comum nesse aspecto tudo bem. Esse pensamento iria prevalecer.
Acontece que isso só foi acumulado no topo de vários outros julgamentos de amigos ou não e dos meus próprios pensamentos.
Minha exautão e a forma como perdia o controle dos meus atos desesperados por prazer.

Hoje, depois de perceber que eu realmente tinha um problema, que aquilo me trazia problemas fez eu olhar pra traz com maior compreensão.
Talvez o fato dela ter passado por mim tenha feito eu enxergar certas coisas.

As vezes tenho uma vontade de falar pra ela tudo o que ficou engasgado.

Desabafo.

Eu criei essa página pra poder desabafar sem ser julgada ou me auto julgar.

Ser livre de certa forma.

Faz um tempo que me sinto totalmente sem ânimo das coisas no geral. Meu trabalho é legal, tranquilo, me sinto confortavel mas, algo faz com que eu queira continuar na cama pra sempre.

Estar chateada, triste, brava, feliz ou qualquer sentimento diverso não faz com que eu não sinta tesão nas horas mais inapropriadas e como o sinto com uma certa frequência, quase sempre o momento é inapropriado.

Pessoas conversando até mesmo num momento mais tranquilo entre amigos e tudo o que consigo pensar é em sexo. Tudo o que falam a minha volta quando consigo me concentrar no que está rolando de fato e não nos devaneios da minha mente associo a qualquer figura sexual.

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Tudo pra mim é sexual ou pode ser sexual. Até um velório. Quase sempre estou lubrificada.

Sinto que estou em constante luta contra isso.

Nada mais no trabalho me cativa, estou habituada com as coisas o que facilita minha falta de atenção.

Engordei 15 quilos em dois anos. Acabei descobrindo que a comida pode ser muito incrivel terapeuticamente pois nos faz feliz de uma forma tão rapida e simples, então logo após me tocar eu ja levanto até a geladeira pra comer alguma coisinha. Creio que foram varios fatores que mudaram minha alimentação mas isso contribui minha luta diária.

Eu tento repor o prazer que eu tenho me masturbando, com outras coisas, como estou numa fase difícil de ter prazer na vida, eu tento me motivar a perder peso o que me deixa mais mal-humorada, afinal, o que eu mais queria agora é um pedacinho que seja de chocolate ou talvez um prato gigante de comida.

Eu bebo 3 litros de água por dia pra tentar driblar a fome isso faz com que eu vá mais vezes no banheiro e note meu corpo solitário mais vezes. As vezes resisto, brava comigo mesmo, fecho a calça abro a porta e volto para o meu lugar.

Daí tem o cigarro que é meu companheiro mais carinhoso pois não engorda e resolve o problema momentaneamente.

Ao mesmo tempo fico tentada a largar o cigarro mas, como poderia? Ele é o único que me suporta sem efeitos colaterais de imediato.

O futuro é incerto então a tentação de correr o risco por um prazer instantâneo fala mais alto.

As vezes o estomago reclama do excesso de cigarros dependendo do dia. No geral não fumo muito, um maço durava uma semana, agora talvez dois maços sejam suficientes na semana para não ficar na mão.

É um dos recursos para não correr para o banheiro e bater uma, ou duas ou três.

Tudo remete a formatos, escuto palavras eróticas e não tem nada a ver com isso, parece que entendo o que eu quero.

Tento concentrar quando me passam algo pra fazer que precisa de atenção mas minha cabeça ja foi e ja voltou tantas vezes que talvez tenha que fazer algumas perguntas.

Eu não era assim.

Sempre fui interessada e curiosa sexualmente falando, sempre falei bastante sobre sexo mas quando me dei conta do prejuízo que tinha e do exagero comecei a ficar mais e mais deprimida. O trabalho não me interessa, a familia é segundo plano e a namorada quando não quer ou não está é um problema infinito, são brigas e brigas.

Minha prioridade sempre foi sexo e sinto que ela está me estrangulando aos poucos.

Me sinto uma completa maluca falando assim.

Minha cabeça e corpo entram em conflito, eu sinto mas não quero sentir.

Em desespero talvez, eu quero que se foda! Quero viver sozinha largar tudo, sair, conhecer pessoas e transar por períodos intensos e longos. Creio que sou assim que é um problema meu e que seria melhor que continuasse sendo um problema só meu sem envolver mais ninguém entretanto sei que esses pensamentos aparecem no topo de toda angústia que sinto.

Eu amo minha namorada, nada de preocupantemente ruim está acontecendo. Tenho meu trabalho, familia, namorada, amigos e talvez seja só um pensamento ruim passageiro que me persegue há muito tempo.

As vezes acho que sou louca ou que vou enlouquecer.

Já pensei em me internar várias e repetidas vezes, principalmente quando minhas férias estavam se aproximando.

Seria difícil pois o assunto é pouco tratado no Brasil e não sei que tipo de reabilitação poderia me hospedar e o quanto pagar por isso.

Minha namorada sempre me convence a me tratar mas não em reabilitação. Ela acredita que não é necessário, que vai passar e que ela sofreria muito longe de mim.

Precisaria de férias, como falaria para minha Gestora?

As vezes tenho vontade de simplesmente levantar e ir embora não sei pra onde.

Uma vez eu fiz isso.

Over.

Com meu segundo namorado fiquei por alguns meses também.

Eu havia me apaixonado por uma amiga da escola, tinha mudado de período para não encontrar com ela e tentei seguir em frente sem mais dramas, daí conheci esse cara, mais velho. Foi quando fiz minha primeira tatuagem, ele era tatuador.
No começo não nos demos bem na cama mas, sexo é questão de prática então começamos a praticar, com muito dialogo e horas intensivas de aprendizado.
Ele sabia que eu sentia o maior tesão por mulheres mas, também sabia que eu estava magoada com isso.
Eu me considerava livre e feliz apenas.
E tudo o que eu precisava era transar.
Eram todas as posições possíveis, videos e a casa só pra gente. Os pais dele viajavam bastante e a casa era grande.
Desde meu primeiro namorado eu peguei pavor por oral em mim. Simplesmente não curtia barbas e bigodes na minha boceta.
Então eu queria mais era foder, até não aguentar mais.
Ele tentava de tudo pra me fazer gozar.

Teve um dia que eu peguei a mão dele e levei direto para o meu pescoço.
Enquanto ele me fodia eu sentia a pressão na falta de ar, era como o paraíso, quanto mais ele me apertava e me fodia mais eu ficava molhada, e eu forçava a mão dele a cada vez por mais força, até que acordei e não entendi o que tinha acontecido.
Eu desmaiei por segundos pela falta de ar.
Ele se assustou tanto que jurou que nunca mais iriamos fazer isso.

Eu toquei no assunto sobre o sexo a três e, não era possível! Ele também tinha ciumes e não pensava na possibilidade.
Eu lembrava da P. as vezes, que foi a menina que me apaixonei antes de conhece lo, pensava nela e já ficava molhada e com o coração despedaçado.

Um dia passei minha mão pelo corpo dele inteiro, como exploradora.
Notei algo que penso até hoje.
Peitos são um tesão! Aquele peitoral masculino não me atrai.
E foi ai que eu percebi que não tinha o prazer que eu queria ter, que eu sentia.
Ele queria casar comigo e eu me apavorei com o fato de não poder ficar com ninguém nunca mais, nunca ter o prazer de chupar uma boceta.
Fui percebendo ironicamente que algo faltava. E para ajudar percebi que ainda era apaixonada por ela.

Terminamos.

Ele era doente e possessivo.
Não permitiu nosso termino, me ameaçou.
Ele morria de ciumes de mim, com homens e mulheres e no momento que terminamos ele jurou que ia matar meus melhores amigos. Ele jurava que eu tinha um caso com uma amiga minha e que meu melhor amigo queria me comer.
Eu não tinha um caso com a minha amiga embora ja tivesse desejado ela mas, isso foi depois de namorar com ele. Entre tando futuramente iria descobrir que meu melhor amigo realmente queria me comer.
Fiquei com medo por muito tempo, de que ele aparecesse, ele deixou claro que sabia meus horários e endereços.
Quando comecei a flertar com uma menina na escola, tive que contar para minha mãe sobre as ameaças pois fiquei com medo dele saber que estava com uma menina e ficar mais furioso ainda. Ele era mais velho e se drogava até não poder mais. Nunca na minha presença com exceção de muitos baseados.
Minha mãe deu um jeito de falar com ele, acho que percebendo como ele estava sendo Cuzão ele se afastou. Nunca mais ouvi falar dele.

Eu nunca fui de olhar os homens na rua nem ficar comentando com as meninas, o que eu queria era transar e ponto.
Não via necessidade de ficar em cima de ninguém, nem vontade.

Achava que eu era bipolar pois eu era fiel, não olhava para nada na rua, nem desejava ninguém, só transar.
Mas, na realidade eu olhava para mulheres, acontece que era algo tão natural que eu não via maldade mas, minha boceta ficava molhada em segundos.

Eu cresci numa família que tem a mente muito aberta.
Minha mãe, minha avó, minha bisa vó e por fim minha tia só falavam besteira o dia todo e quando minhas amigas iam lá, daí esquece!
Eu ligava a TV e ignorava os comentários diversos sobre paus.
Minha mãe é uma figura!
Eu cresci numa “liberdade sexual Hetero”, nunca foi cogitado que eu pudesse ter outra sexualidade e eu achava que as vontades que eu sentia era fetiche e só!
Quando minha mãe leu meu diário sobre ficar com uma menina, eu afoguei aquilo em mim.
Eu falava como se fosse a pessoa mais esclarecida do mundo mas sofria por dentro.
Não sabia quem eu era.
Sentia a pressão da hipocrisia da minha mãe quando recebia meus amigos Gays em casa e como me reprovaria por ser também. Eu nunca tive medo dela por que sempre fomos amigas mas eu estava confusa e não achava necessário me expor, eram meus sentimentos.
Pode não parecer pois, hoje minha familial e eu somos muito tranquilos quanto minha sexualidade mas foi difícil.

Por fim, toda essa agonia e essa sensação de me sentir perdida quanto minha sexualidade e a pressão de ser alguém que eu não sou, imposta desde criança acabou.

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Ménage Fail.

 

Estávamos no sofá, com as minhas mãos ocupadas naquele momento de tesão eu falei para ele que seria uma delicia se convidássemos outra menina para passar uma noite com a gente.
Ele concordou quase que antes de eu terminar de falar!
E isso não era um teste. Na verdade talvez mas, não para ele.
Eu desejava aquilo como algo tão natural. E se fosse com ele não seria uma traição.
Ele gozou.

Pensamos em quem chamar. Falei que tinha preferencia por alguém que não fosse minha amiga. Mas, concordamos em falar com uma amiga nossa, em comum.

No final de semana seguinte toquei no assunto e ele simplesmente me disse que era melhor não.
Não entendia da onde ele tirou essa ideia ridícula de me censurar e perder uma foda fantástica, pelo menos na teoria.
Ele disse que ficaria com ciumes.
Fiquei quieta para não parecer fria.

Nosso relacionamento acabou eventualmente.

With a boy.

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Eu já não queria mais mas, não conseguia parar. Ele me comia de quatro no chão do quarto. Forte, como um menino de 15 anos que é o que ele era.

Eu comecei a chorar, uma lagrima escorreu e ainda bem que eu estava de quatro pois não teria como explicar.
Ele nunca me forçou a nada até então, era eu que estava exausta mas não conseguia parar, chupei ele por mais uns 30 minutos. Mentalizava que não era nojento mas, acontece que as vezes a saliva fica fria quando acumulada na pele na ponta do pau e isso me enjoava um pouco.
Eu gostava dele, nos dávamos muito bem.

Numa sexta – feira ele apareceu quase meia noite, o pai dele o trouxe. Ele fazia muitos cursos e nos viamos só nos fins de semana.
A cama estava arrumada e eu já tinha me tocado varias vezes aquele dia mas, não passou pela minha cabeça que ele chegaria e viraria para o lado.
Ele me abraçou e pegou no sono!
Eu fiquei puta! E não da forma que queria me sentir puta. Eu precisava ser tocada e tocava muito bem pra ele me deixar sozinha.
Tentei acordá lo e ele falou tranquilamente para deixar para transar de manhã.
Então o virei e sentei em cima dele e ele foi ficando mais bravo, acho que pelo sono.
Fui para o banheiro bati uma bem gostoso mas, continuava molhada.
Fiquei na cozinha com meu fone e fui pegando no sono na cadeira, acordei com o desconforto de dormir toda torta. Cochilei por poucos minutos. Voltei para cama e brigamos.
E então ele ficou tão bravo que gritou comigo e falou que já que eu queria, ele ia transar comigo agora mesmo se eu não quisesse mais.
Então ele segurou meus dois braços contra a cama pois a mão na minha boceta, puxou minha calcinha e eu estava molhada como sempre mas, ao contrario da minha boceta eu tinha ficado magoada. Não queria ele bravo comigo, eu simplesmente não conseguia ficar quieta e comecei a chorar.
Ele me comeu e depois se colocou no lugar e sem ninguém gozar dormimos sem dar mais uma palavra.
Ele continuou bravo e eu me senti um lixo…

Para entender melhor ainda!

No começo do ano percebi que precisava de ajuda. E antes de pedir ajuda de verdade comecei a pesquisar e ler matérias. A matéria mais completa e humana que encontrei foi a da revista Marie Claire.

O título é: Eu, Leitora: “Sofro de ninfomania, e sou fiel”.

O titulo já foi incrível pois todos estão acostumados a ligar a ninfomania como algo totalmente positivo e relacionar com promiscuidade apenas.

Geralmente quando você se da conta de que é ninfomaníaca é por que esse fato está te atrapalhando de alguma forma. Perceber isso fez eu entender varias das minhas atitudes, histórias e sentimentos. 

De qualquer forma, me identifiquei muito com o texto. Enviei o link para dua pessoas apenas. Uma amiga muito queria e minha namorada. Ambas disseram que era como se eu tivesse escrito e mudado algumas partes para não ser reconhecida

“Ela sentia tanta falta de transar que não conseguia trabalhar, se masturbava cinco vezes ao dia e pensava em traí-lo. Ninfomaníaca, Renata precisou de terapia e remédios psiquiátricos para se controlar.”

“Sempre fui bastante interessada por sexo. Era precoce em relação às meninas da minha idade. Aos 12 anos, já adorava ler contos eróticos pela internet. Minhas amigas sequer entendiam do que eu estava falando quando tentava conversar sobre masturbação.”

Essas duas frases me confortaram de uma forma maravilhosa. Eu me sentia da mesma forma.

“Minhas amigas não eram como eu, mas achava que elas eram reprimidas, envergonhadas”.

Foi como se estivesse lendo algo meu mesmo.

“Chegava a explodir, questionava, grosseiramente, porque a gente namorava, se ele não dava conta de mim.”

Tive uma namorada que eu tenho quase certeza que era o oposto de mim. Ela era assexuada e falo isso de forma séria. Ficava me perguntando como ela poderia ter aqueles peitos tão grandes e eu nao poder usá los como gostaria haha. No começo como me achava inexperiente com mulheres, ainda me sentia insegura, no começo foi bacana chegamos a transar por 12 horas seguidas com paradas apenas para fazer xixi e comer duas barras de chocolate ao lado da cama e beber água. Eu tava tentando entender como era já que só tinha ficado mesmo com uma menina que foi minha primeira namorada e que era meio travada em ser flexível com a sexualidade dela, ela queria bancar a ativa para sempre. Namorando com outra menina que não se limitasse a ser ativa fiquei empolgadíssima, pensando que finalmente saberia como é estar do outro lado da moeda mas, não foi bem assim. Com o tempo eu queria matá – la. De verdade, eu queria estrangular aquele pescoço, queria fincar uma faca ou talvez jogá la da escada. Comecei a cobrar o sexo primeiramente  em tom de brincadeira e ela acabou acostumada com o fato de eu reclamar da falta de sexo e ela ria dela mesma. Isso começou a me deixar mais brava e então teve um dia que assim que deitamos na cama e ela virou de costas pra mim esfregando na minha cara que iria dormir mesmo, eu respirei fundo e disse:

“Acho que devemos transar com outras pessoas!”

Pra quê eu disse aquilo? Eu gostava bastante dela mas, eu não me aguentei.

Ela não respondeu, o silêncio tomou conta e ouvi ela chorando baixinho.

Tentei reverter a situação, conversei com ela mas, com ela ou com outros sempre que eu PRECISO de sexo, parece que eu ficou sem controle, tomada por aquela necessidade e o amor é a ultima coisa que penso, eu quero aquilo e pronto.

 

Para entender melhor.

Meu relacionamento atual é o mais longo que consegui na vida, estamos juntas por 1 ano e 4 meses.

Nunca consegui ficar com a mesma pessoa por mais de alguns meses.
E foi num período relativamente bom que percebi que eu era compulsiva.
 
Se perguntarem sobre mim para meus amigos alguns deles dirão que eu sou um cara e outros dirão que sou sou uma Lady.
Sempre tive amigos de todos os tipos e cantos. Meninos e meninas.
Mas, por volta dos meus 15 anos eu conheci C. meu melhor amigo. Andávamos eu e mais 8 meninos, sentávamos no fundo da sala. Eu costumava assistir videos de pornô bizarros que rolavam de um celular para o outro enquanto os meninos jogavam poker.
Eu sempre me vi livre, tentei prolongar essa sensação de liberdade até onde eu pude. Então sempre falava abertamente sobre qualquer coisa, não tinha tabus sexuais. 
Ficava no corredor das salas que davam para o pátio da escola observando os decotes alheios, por que visto de cima é muito mais vantajoso! 
Não conseguia entender as frescurinhas e tabus de outras meninas. Gostava de causar, de falar o que queria, rabiscar figuras pornográficas nas paredes. E eu era muito bem aceita pelos meninos, pois, com a nossa sociedade machista a maioria deles vai falar pra caralho de mulher se você der a deixa, mesmo que não fizesse naturalmente, não vão julgar sua liberdade, pois é essa a liberdade deles, como homens criados por pais padronizados. Além de não ligarem se eu falar que eu precisava muito cagar!
Entretanto me identificava com as reprimidas da escola que não sabiam lidar com sua sexualidade, pois eu mostrava que era algo normal.
Eu tinha uma amiga que era da Igreja mas, ela era muito agradável mesmo sendo de uma igreja tão fechada. Falávamos de sexo o dia inteiro. 
 
Um dia fizemos uma competição para saber quem dos meninos tinha o pau maior e eu colheria as informações. Depois que vi a primeira foto do R. declarei o vencedor!
Eu já tinha visto paus suficientes para saber que aquele era  muito grande! Ainda mais para a idade dele.
Anos atrás, quando eu parei de me masturbar no quarto o dia inteiro e me mudei para um apartamento cheio de gente comecei a aflorar minhas pesquisas e aguçar minha curiosidade.
 
Meu primeiro beijo foi com um menino que tinha mais medo que eu! Foi ruim, cheio de saliva e sem graça.
Corri, subi a escada do prédio para contar pra minha mãe!
Ela me olhou com ar de preocupação, respirou fundo, e com um sorriso acolhedor falou “Que legal, seu primeiro beijo!”.
E então achei que tinha que beijar de novo, afinal não consegui aprender direito! Não era possível que beijar era a quela desgraça!
Meu condomínio era infestado de crianças em todos os blocos e partes do parquinho, eu tinha 9 anos e pensava que tinha 18!
Todos eram mais ou menos amigos de todos. E quando os pais das minhas amigas chegavam do trabalho e elas não podiam descer para brincar por que era muito tarde, eu ia pra casa, jantava e ficava a noite toda no pátio com os meninos e as vezes com uma amiga.
Eu era deslocada pois nunca sabia se era “um deles” ou não.
Mas, eu queria amar, queria prazer… Então quando fiquei com meu melhor amigo de infância o S. os meninos perguntaram como tinha sido. Na hora falei que foi bom mas, esperava mais e eles questionaram o que mais. Então expliquei que o beijo era mecânico que precisava senti lo…
Eles ficaram chocados com a minha declaração e correram conversar com ele, explicando pra ele aproveitar mais.
Comecei a partir daí entender como funcionava mãos alheias te dando prazer em vez das suas.
Ensinei todos os meninos como as coisas são com as meninas.
Conversávamos por horas sobre sexualidade de uma forma meio inocente. Eles contavam como era com eles, pra gozar e as sensações e eu contava como era comigo.
Geralmente eu conversava com esse melhor amigo que eu ficava, sobre coisas de criança, sobre meu dia a dia e com um outro amigo que gostava da minha melhor amiga sobre as outras coisas.
Foi com esse amigo o D. que perdi minha virgindade aos 15 anos mas, isso já é outra história.
Senti que podia ser como minhas amigas.
Comecei a tentar me diferenciar dos meninos.
Não conseguia. 
Até os 15 anos eu ouvia eles me dizendo que pra eles eu era um cara.
Eles queriam minha sabedoria com as minhas amigas.
Mas não se importavam que eu mostrasse pra eles também.
Hoje em dia é estranho olhar alguns deles que ja não moram mais la e pensar que o pau deles já esteve nas minhas mãos.
Espero que tenham crescido haha.
 
Ao mesmo tempo eu tinha minhas melhores amigas que não entendiam dessas coisas e nem queriam.
Cresci assim, solta.
Uma menininha fofa que só fala merda. Confuso para alguns.
Então me sentia a vontade com meus melhores amigos.
Os últimos anos da escola foram demais!
Aprontamos, rimos, aproveitamos e sem mais curiosidade. Já conhecia bem as coisas e adorava a amizade deles.
Eu sempre fui curiosa, impulsiva e carente.Comecei a ver pornografia com uns 8 anos.
Aos 16 eu sabia chupar um pau muito bem com as mãos nas costas.
Mas, eu não sabia tudo!
Eu via videos de mulheres e ficava molhada.
Eu não tinha tesão por minhas amiguinhas na infância mas adorava ver as mais velhas na internet discada que demorava pra pegar.
Eu sentia uma atração muito forte por uma amiga na sexta série, que foi minha experiência traumatizante com a escola particular.
Eu joguei isso na cara dela uma vez e ela desconversou educadamente e sutilmente então nunca mais toquei no assunto. Nunca tocava no assunto com ninguém, nem com as minhas melhores amigas.
Mas a vida segue e eu saí da aba delas e conheci outras meninas.
 
Achei que eu tinha a mente tão aberta que poderia ser feliz com qualquer pessoa que desse conta de me dar prazer.
Mas se tem uma coisa que eu tinha dificuldade, era de ver um cara e achar ele gostoso.
Eu amo que me fodam mas, eu amo peitos!
E embora eu saiba fazer um boquete gostoso me dava ânsia.
 
Quando fiquei com uma menina acho que com 15 anos, me senti realizada e a frente de qualquer amiga minha!
Mantive segredo para o meu diário até minha mãe ler e eu ter que dar uma volta nela para não entrar em nenhuma situação difícil.
Eu não tinha certeza do que ela queria ouvir, eu só sabia que foi bom e que talvez minha liberdade pudesse ser complicada para a minha mãe entender.
Eu pensei que eu era uma pessoa livre, e que as outras tinham suas mentes fechadas.
As coisas nem sempre foram lindas pela liberdade que tinha.
 
Mas um dia eu ouvi da pessoa que eu tenho mais carinho no mundo que 80% do que eu falava era sobre sexo.
De primeira eu ignorei, depois falei “Ok… Mas, isso é normal!” e ela respondeu que não, que não era, que existiam outras coisas no mundo das quais eu não me dava conta.
Fiquei pensativa. Não foi a primeira vez que me falaram isso mas, a forma como ela disse, tranquila mas, séria.Absorvi e não respondi.
 
Eu estava mudando de área no trabalho, indo para um setor novo.
Responsabilidade aumentando, medo. A ultima coisa que queria é que me olhassem torto pela quantidade do tempo que me ausentava para ir ao banheiro…
Ou me ausentar o suficiente para não conseguir fazer meu trabalho direito.
 
Isso ainda acontece.
 
E foi por causa do trabalho e da minha namorada que decidi procurar ajuda. 

Matando o trabalho.

Lembro que uma vez e inventei uma desculpa qualquer no trabalho pra poder faltar e passei a tarde toda num Hotel de quinta categoria na Augusta. Mais ou menos uns 4 anos atrás.

Acompanhada da minha ex e primeira namorada da escola.
Compramos bebida e não contentes pedimos um martíni pra celebrar nossa alegria e nosso tesão um pela outra. Ou pra compensar a Jurupinga que compramos rs.
Com a M. não tinham mais caricias, carinho e abraço era coisa rara. O carinho dela era igual do meu pai, um bagunçada no cabelo com a mão pesada. Ela era bem maior que eu fisicamente, tanto pra cima quanto para os lados, o que lembrava ainda mais meu pai que até ele fazer a redução de estomago e isso pra mim pouco importava, eu era uma tabua de tão magra.

Nossa relação era um tanto quanto destrutiva.
E tirando o fato de eu ser completamente apaixonada por ela, eu também era absolutamente louca por ela na cama, o que chega a ser irônico ja que transamos em tantos lugares e a cama foi o que rolou menos!
A mão dela era o dobro da minha o que era um tanto perigoso pra quem é fã de Fisting Fuck e era exatamente por isso que eu gostava.
Ela tinha os olhos doces mesmo sempre vermelhos e inchados, se não era de maconha era de tanta farinha que ela cheirava resultando no pós depressão, que é quando ela lembrava que eu existia para salva la.
Ela me procurava em dois momentos da vida dela e por 4 anos foi assim: Quando ela chegava no fundo do poço e queria largar a cocaína e a vida de merda que ela levava ou quando ela tava de TPM que é quando geralmente a mulherada sobe elas paredes (experiência própria).

Para não dizer que não houve preliminar… Ela jogava a cocaína no meu corpo, na minha boceta, enrolava uma nota de 50 e chapava de alegria.
Nesse dia, tentamos fazer algo diferente e estupido!
Ela me chupou com aquela garrafa barata de Jurupinga!
Eu devia ter lido aquele guia de sexo oral que não recomenda destilados na boceta!
Mas, foi bem simples de entender o por quê, afinal fiquei uma semana sem por um pingo de líquido na boca para não ter que mijar…

Ela me chupou tanto! Lambuzamos a cama toda do Hotel!

O hotel era um Motel disfarçado para liberar a entrada da pivetada que frequentava a Augusta e embora não parecesse eu era a a maior de idade com carinha de 15 nos e a M. tinha que falsificar o RG.
O quarto era o maior que tinha e a cama era redonda.
O cheiro de bebida ficou insuportável mas, garanto que nada foi desperdiçado!
E eu senti cada gota e cada lambida daquele dia toda vez que ia ao banheiro pra fazer xixi e sentia que tinha fogo queimando dentro de mim. Ardia tanto que eu cheguei a chorar uma das vezes. Durou uma semana.
Comecei então a mijar o mais rápido e com mais força que podia, a dor ficava mais forte mas passava rápido e chegava até a dar um tesão de lembrar o por quê doía.
Ela nunca foi de ninguém mas isso não torna menos chato a situação que passei.
Enquanto ela me comia o celular dela tocou e ela atendeu. Entendi que era a pausa para o cigarro. Creio que nessa época ainda não fumava então prestei atenção na conversa.

“Oiiii gata!”

“Não to em casa não…”

Então ela soltou um riso sacana me olhando como um predador.

“Eu te ligo mais tarde, estou no Motel, to até meio ocupada…Ok?”

Era uma das meninas com quem ela ficava que também era apaixonada por ela e não precisa ser muito esperto para saber que a menina desligou o celular na hora e deixou a M. ser ela mesma com a próxima vagabunda que no caso era eu.
Aquilo me cortou por dentro mas minha unica reação foi subir em cima dela e transar como se não houvesse o amanhã.
Sempre tive dificuldade pra gozar com os outros, não sei por que e nesse dia ela até achou que eu gozei e como gostava muito dela deixei no ar.
O sexo era incrível mas, ela nunca me fez gozar.
O que me deixava maluca dez vezes mais pois sempre achava que podia.
Ela me comeu tanto mas, tanto…
A gente era super criança, tudo era legal, engraçado, atraente e na volta de ônibus quando ela tava segurando no ferro notamos que o braço dela tava muito inchado, nunca vi nada daquilo na vida, pensei que ela tinha batido no ônibus, dado mal jeito mas ela disse que aquilo foi resultado do quanto eu era gostosa! E eu derreti por dentro.
A menina ficou com tendinite de tanto me comer! hahaha
Achei que ela estava exagerando e não dei muita atenção.
Quando isso aconteceu comigo, de tanto “bater uma” eu lembrei dessa história.
Voltei pra casa não só com várias marcas mas, com marcas feias. Parecia que eu tinha apanhado de verdade. De fato eu tinha!
Aquele dia foi o limite para a professora de M. pedir a mesma que parasse de me deixar marcada, a professora dela era minha mãe, e ela fez isso mesmo sabendo que nos não namorávamos mais. Mas, eu achava graça quado a M. me contava. Era menos frustrante e humilhante do que quando minha mãe me contava que a M. ficava olhando para as pernas dela durante a aula e me perguntava como eu conseguia ficar com alguém como ela.
A história toda com essa minha primeira namoradinha foi tragicamente engraçada mas, de longe o amor mais fodido que eu tive.
Eu não conseguia sentar sem perceberem minha dificuldade.

1460204_503790903061960_585255730_n Minha boceta esfolada continuava molhada.