Lembro que uma vez e inventei uma desculpa qualquer no trabalho pra poder faltar e passei a tarde toda num Hotel de quinta categoria na Augusta. Mais ou menos uns 4 anos atrás.

Acompanhada da minha ex e primeira namorada da escola.
Compramos bebida e não contentes pedimos um martíni pra celebrar nossa alegria e nosso tesão um pela outra. Ou pra compensar a Jurupinga que compramos rs.
Com a M. não tinham mais caricias, carinho e abraço era coisa rara. O carinho dela era igual do meu pai, um bagunçada no cabelo com a mão pesada. Ela era bem maior que eu fisicamente, tanto pra cima quanto para os lados, o que lembrava ainda mais meu pai que até ele fazer a redução de estomago e isso pra mim pouco importava, eu era uma tabua de tão magra.

Nossa relação era um tanto quanto destrutiva.
E tirando o fato de eu ser completamente apaixonada por ela, eu também era absolutamente louca por ela na cama, o que chega a ser irônico ja que transamos em tantos lugares e a cama foi o que rolou menos!
A mão dela era o dobro da minha o que era um tanto perigoso pra quem é fã de Fisting Fuck e era exatamente por isso que eu gostava.
Ela tinha os olhos doces mesmo sempre vermelhos e inchados, se não era de maconha era de tanta farinha que ela cheirava resultando no pós depressão, que é quando ela lembrava que eu existia para salva la.
Ela me procurava em dois momentos da vida dela e por 4 anos foi assim: Quando ela chegava no fundo do poço e queria largar a cocaína e a vida de merda que ela levava ou quando ela tava de TPM que é quando geralmente a mulherada sobe elas paredes (experiência própria).

Para não dizer que não houve preliminar… Ela jogava a cocaína no meu corpo, na minha boceta, enrolava uma nota de 50 e chapava de alegria.
Nesse dia, tentamos fazer algo diferente e estupido!
Ela me chupou com aquela garrafa barata de Jurupinga!
Eu devia ter lido aquele guia de sexo oral que não recomenda destilados na boceta!
Mas, foi bem simples de entender o por quê, afinal fiquei uma semana sem por um pingo de líquido na boca para não ter que mijar…

Ela me chupou tanto! Lambuzamos a cama toda do Hotel!

O hotel era um Motel disfarçado para liberar a entrada da pivetada que frequentava a Augusta e embora não parecesse eu era a a maior de idade com carinha de 15 nos e a M. tinha que falsificar o RG.
O quarto era o maior que tinha e a cama era redonda.
O cheiro de bebida ficou insuportável mas, garanto que nada foi desperdiçado!
E eu senti cada gota e cada lambida daquele dia toda vez que ia ao banheiro pra fazer xixi e sentia que tinha fogo queimando dentro de mim. Ardia tanto que eu cheguei a chorar uma das vezes. Durou uma semana.
Comecei então a mijar o mais rápido e com mais força que podia, a dor ficava mais forte mas passava rápido e chegava até a dar um tesão de lembrar o por quê doía.
Ela nunca foi de ninguém mas isso não torna menos chato a situação que passei.
Enquanto ela me comia o celular dela tocou e ela atendeu. Entendi que era a pausa para o cigarro. Creio que nessa época ainda não fumava então prestei atenção na conversa.

“Oiiii gata!”

“Não to em casa não…”

Então ela soltou um riso sacana me olhando como um predador.

“Eu te ligo mais tarde, estou no Motel, to até meio ocupada…Ok?”

Era uma das meninas com quem ela ficava que também era apaixonada por ela e não precisa ser muito esperto para saber que a menina desligou o celular na hora e deixou a M. ser ela mesma com a próxima vagabunda que no caso era eu.
Aquilo me cortou por dentro mas minha unica reação foi subir em cima dela e transar como se não houvesse o amanhã.
Sempre tive dificuldade pra gozar com os outros, não sei por que e nesse dia ela até achou que eu gozei e como gostava muito dela deixei no ar.
O sexo era incrível mas, ela nunca me fez gozar.
O que me deixava maluca dez vezes mais pois sempre achava que podia.
Ela me comeu tanto mas, tanto…
A gente era super criança, tudo era legal, engraçado, atraente e na volta de ônibus quando ela tava segurando no ferro notamos que o braço dela tava muito inchado, nunca vi nada daquilo na vida, pensei que ela tinha batido no ônibus, dado mal jeito mas ela disse que aquilo foi resultado do quanto eu era gostosa! E eu derreti por dentro.
A menina ficou com tendinite de tanto me comer! hahaha
Achei que ela estava exagerando e não dei muita atenção.
Quando isso aconteceu comigo, de tanto “bater uma” eu lembrei dessa história.
Voltei pra casa não só com várias marcas mas, com marcas feias. Parecia que eu tinha apanhado de verdade. De fato eu tinha!
Aquele dia foi o limite para a professora de M. pedir a mesma que parasse de me deixar marcada, a professora dela era minha mãe, e ela fez isso mesmo sabendo que nos não namorávamos mais. Mas, eu achava graça quado a M. me contava. Era menos frustrante e humilhante do que quando minha mãe me contava que a M. ficava olhando para as pernas dela durante a aula e me perguntava como eu conseguia ficar com alguém como ela.
A história toda com essa minha primeira namoradinha foi tragicamente engraçada mas, de longe o amor mais fodido que eu tive.
Eu não conseguia sentar sem perceberem minha dificuldade.

1460204_503790903061960_585255730_n Minha boceta esfolada continuava molhada.

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