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Eu já não queria mais mas, não conseguia parar. Ele me comia de quatro no chão do quarto. Forte, como um menino de 15 anos que é o que ele era.

Eu comecei a chorar, uma lagrima escorreu e ainda bem que eu estava de quatro pois não teria como explicar.
Ele nunca me forçou a nada até então, era eu que estava exausta mas não conseguia parar, chupei ele por mais uns 30 minutos. Mentalizava que não era nojento mas, acontece que as vezes a saliva fica fria quando acumulada na pele na ponta do pau e isso me enjoava um pouco.
Eu gostava dele, nos dávamos muito bem.

Numa sexta – feira ele apareceu quase meia noite, o pai dele o trouxe. Ele fazia muitos cursos e nos viamos só nos fins de semana.
A cama estava arrumada e eu já tinha me tocado varias vezes aquele dia mas, não passou pela minha cabeça que ele chegaria e viraria para o lado.
Ele me abraçou e pegou no sono!
Eu fiquei puta! E não da forma que queria me sentir puta. Eu precisava ser tocada e tocava muito bem pra ele me deixar sozinha.
Tentei acordá lo e ele falou tranquilamente para deixar para transar de manhã.
Então o virei e sentei em cima dele e ele foi ficando mais bravo, acho que pelo sono.
Fui para o banheiro bati uma bem gostoso mas, continuava molhada.
Fiquei na cozinha com meu fone e fui pegando no sono na cadeira, acordei com o desconforto de dormir toda torta. Cochilei por poucos minutos. Voltei para cama e brigamos.
E então ele ficou tão bravo que gritou comigo e falou que já que eu queria, ele ia transar comigo agora mesmo se eu não quisesse mais.
Então ele segurou meus dois braços contra a cama pois a mão na minha boceta, puxou minha calcinha e eu estava molhada como sempre mas, ao contrario da minha boceta eu tinha ficado magoada. Não queria ele bravo comigo, eu simplesmente não conseguia ficar quieta e comecei a chorar.
Ele me comeu e depois se colocou no lugar e sem ninguém gozar dormimos sem dar mais uma palavra.
Ele continuou bravo e eu me senti um lixo…

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